terça-feira, 19 de julho de 2016

Princípio básico do início ao fim: conhecendo a Insulina

Basicamente emagrecer demanda que você conheça a ação do hormônio insulina em seu corpo, como ele é produzido, o que ele faz e os outros hormônios importantes que deixam de ser produzidos quando ele dispara em seu corpo. Para que possamos organizar uma postagem  bastante didática, iremos utilizar vários sites que corroborem as mesmas informações, sem ferir os direitos autorais de seus autores. Como não sou profissional da saúde, apenas postarei informações de forma didaticamente organizada para ajudar a melhor compreensão do assunto, como ferramenta.

Como a insulina atua


A insulina é como uma chave que abre as fechaduras das células do corpo, para que a glicose (açúcar no sangue) entre e seja usada para gerar energia. Ou seja, o hormônio ajuda a glicose a entrar nas células do corpo. 
Insulina ajuda glicose
a entrar nas células do corpo

Se a glicose não consegue entrar nas células, acumula-se na corrente sanguínea. Quando não tratada, a glicemia alta causa complicações a longo prazo.
 
Além disso, quando o açúcar no sangue atinge um certo nível, os rins tentam se livrar dele por meio da urina, fazendo com que o indivíduo precise urinar com mais frequência. A micção frequente causa sintomas como cansaço, sede e fome excessivas, levando à consequente perda de peso. 

A glicose proveniente dos alimentos não é a única fonte de energia do nosso organismo. O corpo também recebe energia de um tipo de açúcar complexo chamado glicogênio, armazenado no fígado e nos músculos. O fígado converte o glicogênio em glicose e a libera na corrente sanguínea quando a pessoa está sob estresse ou com muita fome. Quando há insulina suficiente, os músculos aproveitam o glicogênio para gerar energia sem liberá-lo diretamente no sangue.

No diabetes tipo 2,  o fígado libera muita glicose, especialmente durante a noite, resultando em níveis elevados de açúcar no sangue pela manhã. As injeções de insulina ajudam a reduzir a quantidade de glicose liberada pelo fígado durante a noite, trazendo-a às taxas adequadas.   

retirado do site 
https://www.bd.com/brasil/diabetes/page.aspx?cat=19151&id=19394 em 19/07/16

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Se está à procura de emagrecimento rápido e saudável, pode descobrir que às vezes são inesperados os factores que a impedem de o conseguir. Segundo a Health Care Professionals Network (HCP), a ingestão de insulina é dos principais fatores no ganho de peso em indivíduos com Diabetes Tipo 2.
Mas como é que a diabetes prejudica o emagrecimento e pode mesmo levar-nos a ganhar peso?

Relação entre insulina e metabolismo da gordura

Para obter energia, o nosso corpo queima essencialmente duas substâncias: a glucose e a gordura.
No nosso metabolismo, ambos os nutrientes têm capacidades diferentes e embora a maioria dos tecidos possa queimar ambos para obter energia, existem excepções:
  • O nosso cérebro e os glóbulos vermelhos não conseguem usar gordura para obter energia. Os primeiros porque não possuem as mitocôndrias necessárias para o processo, o cérebro porque as gorduras não-processadas contém albumina que não atravessa a barreira hematoencefálica.
  • O coração utiliza maioritariamente ácidos gordos para obter energia, passando para a glucose apenas em casos específicos.
emagrecimentoPorque ambos os nutrientes têm funções diferentes, devemos adequar a nossa dieta para que esta nos dê as quantidades apropriadas de ambos, visto que não é saudável contarmos apenas com um deles.
Como os hidratos de carbono – a origem da glucose – estão facilmente disponíveis hoje em dia, é comum que os consumamos em grandes quantidades.
Em resultado, aumentam os níveis de açúcar no sangue, aos quais o pâncreas responde produzindo insulina para ordenar aos tecidos que removam a glucose do sangue.
Os tecidos dão assim preferência à utilização da glucose como combustível e armazenam a gordura. E o pâncreas segrega quanta mais insulina, quanto maior for o teor glicémico do sangue.
Infelizmente para nós, os nossos tecidos não podem armazenar glucose indefinidamente e quando o espaço fica preenchido, deixam de reagir à insulina.
A resistência à insulina surge na condição de pré-diabetes, e neste caso das duas uma: ou os receptores celulares da insulina deixam de funcionar, ou o pâncreas deixa de produzir insulina.
Se o segundo caso se der, necessitamos tomar insulina, mas se o problema se encontrar na resposta celular, o pâncreas segrega ainda mais insulina na tentativa de obter resultados. Com os níveis de insulina no sangue a manterem-se elevados, o nosso corpo entende (correctamente) que deve dar preferência à glucose como combustível. E se o corpo não precisar de mais energia?
O nosso organismo não quer açúcar no sangue: em grandes quantidades é tóxico. Por isso, quando não consegue queimá-lo tenta livrar-se dele a todo o custo e entra em  jogo um fenómeno pouco conhecido em que o organismo transforma a glucose em triglicerídeos: gordura.
Ao mesmo tempo, como a insulina permanece em alta, as gorduras nos tecidos adiposos não só não são libertadas, como ainda se lhes junta a gordura ingerida, e a metabolizada a partir da glucose. Em tais condições, o emagrecimento torna-se progressivamente mais difícil.

Controlar a insulina é promover o emagrecimento

Como vimos, altos teores de glucose e insulina no sangue têm um efeito cumulativo de acumulação de gordura. Por isso, para insulinodependentes  o emagrecimento pode ser um problema: a tendência é antes para ganharmos peso. Chegar a este ponto implica fortes mudanças na nossa rotina alimentar, não simplesmente para motivos de emagrecimento, mas para protegermos a nossa saúde.
O nosso objectivo é obrigar o corpo a queimar gordura, e para o fazer temos de baixar os níveis de insulina. Isso só é obtido cortando na disponibilidade de glucose através da ingestão minimizada de hidratos de carbono, recorrendo a uma dieta como a Dieta Atkins.
Com a glucose a baixar, baixam também os níveis de insulina. A partir daí o nosso corpo tem de procurar fontes alternativas de energia: a gordura. Os triglicerídeos serão transformados em cetonas passíveis de utilização pelo cérebro e ácidos gordos, para produção de energia.
As boas notícias é que este será um momento ideal para praticarmos desporto. Não só a actividade física promoverá a descida mais rápida da glucose no sangue, como a súbita libertação de gordura para o sangue dará ao corpo energia suficiente para nos encontrarmos com renovada vitalidade, acelerando o rácio de emagrecimento.
Finalmente deixamos a recomendação para que monitorize frequentemente os seus níveis de insulina e açúcar no sangue.

retirado do site: http://www.be-slim.pt/blog/emagrecer-no-pos-parto/o-factor-i-quando-a-insulina-impede-o-emagrecimento-622/# em 19 de julho de 2016.

Para melhor entendermos esse controle da insulina, ninguém melhor no Brasil do que Dr. José Carlos Souto explicando sobre o assunto.



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